sexta-feira, 23 de maio de 2014

Assentados que fornecem merenda de Guaratuba, Garuva e Joinville são modelo para a FAO



O assentado Airi Mossi
O assentado Airi Mossi














Fornecedores de parte da merenda de Guaratuba, assim como de Garuva e Joinville, são modelo para projeto da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).
Os agricultores do assentamento Conquista no Litoral, de Garuva, vão receber na próxima semana uma comitiva da FAO com representantes de 15 países. O conhecimento dos assentados servirá de exemplo para o projeto de Fortalecimento dos Programas de Alimentação Escolar, marco da Iniciativa América Latina e Caribe sem Fome até 2025.
Coletividade e agroecologia
O assentamento Conquista no Litoral é composto por 13 famílias que produzem alimentos de forma coletiva e agroecológica. Boa parte é comercializado na merenda escolar dos três municípios próximos através do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
“Sobreviver na agricultura de forma picada, sozinho, é difícil, por isso escolhemos o coletivo”, explica a assentada Eliana Brunetto, hoje responsável pelo refeitório onde todos compartilham as refeições. “Acompanhei o início do assentamento e hoje é bonito ver os frutos, a união das famílias trabalhando. É uma honra fazer parte dessa história e ter todo o nosso hortifruti da merenda vindo daqui”, conta Silvana Mews, nutricionista do município de Garuva.
Aula no campo
De acordo com a Superintendência do Incra em Santa Catarina, os agricultores já têm sido um modelo de consciência ambiental e cooperativismo para escolas de Garuva e Joinville.
“No ano passado, cerca de 40% da alimentação dos mais de 3 mil alunos distribuídos em 12 unidades escolares do município veio deste assentamento e trazemos as crianças aqui para aprender com eles”, revela Adriane Moecke Galando, secretária de educação de Garuva.
Esse aprendizado tem início nos métodos empregados para que o assentamento produza de 150 a 280 caixas de hortaliças por dia utilizando apenas adubo orgânico e preservando 85% da área de Mata Atlântica.
Mas também passa pela conquista da terra através da reforma agrária e pela forma de organização dos assentados, que dividem todo o trabalho e os lucros e são associados à Cooperativa Regional de Industrialização e Comercialização Dolcimar Luis Brunetto (Cooperdotchi).
Exemplo transformador
Alunos da Escola Estadual Giovani Faraco, de Joinville
Alunos da Escola Estadual Giovani Faraco, de Joinville
“Eles tem muito o que ensinar, por isso trabalhamos aqui as disciplinas de biologia, história e sociologia”, explica Marjorry Monteiro, professora que acompanhou a visita ao assentamento de três turmas de ensino médio da Escola Estadual Giovani Faraco, de Joinville.
Karina Zoellner, estudante do 2º ano, revela que a visita transformou seu conceito do que é um assentamento. “Tinha uma visão diferente, pensava nos conflitos por terra que a gente vê na televisão, mas descobri que eles são muito organizados e tem um sistema legal de produção”, conta. Seu colega Lucas Silvério também se revelou transformado com a experiência. “Vim um e volto outro, inspirado a trabalhar em grupo, com os amigos”, destaca.
Com dezoito anos de história, o assentamento Conquista no Litoral dá prova de maturidade, garantindo a qualidade de vida de seus moradores e da população local através de seus alimentos sadios. “Já atingimos a maioridade e continuamos a trabalhar com a vitalidade de sempre”, comemora o assentado Airi Mossi.

COOPERATIVA DE PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA CONQUISTA

Em 2013, os assentados criaram a Cooperativa de Produção Agropecuária Conquista (Cooperconquista), que também reúne agricultores familiares da região.
O assentamento Conquista no Litoral é destaque pela sua elevada produção de frutas, legumes e verduras. Mesmo estando localizado numa área de mata atlântica, o que exige a preservação de 80% dos 93 hectares que compõem o assentamento, as famílias têm uma produção estimada de 1,6 mil quilos de hortifrutigranjeiros por dia, o que representa 48 mil quilos ao mês. Diante da demanda do mercado e dos limites legais para o cultivo no assentamento, os agricultores ainda arrendam duas outras áreas para o cultivo, fator que amplia a renda das famílias.
Entre os objetivos da Cooperativa estão a coordenação da produção agropecuária dos associados e a organização da comercialização de produtos agrícolas ou industrializados por meio de estabelecimentos próprios, mercados institucionais e supermercados e feiras da região.
A Cooperconquista pretende, também, fomentar e investir em atividades econômicas, culturais e ecoturismo, sempre com a finalidade de gerar renda para as famílias associadas, além de investir na formação, capacitação, escolarização e organização dos associados, tendo sempre em vista a cooperação e a racionalização dos meios de produção.

ONG ressalta erro do Governo do Paraná na licitação da PR 412


nova_pr412-pontal_2014A Associação MarBrasil divulgou nota de esclarecimento sobre a suspensão da licitação da nova rodovia em Pontal do Paraná e salienta o estranho erro do governo estadual que prejudicou a obra.
No dia 28 de abril, a juíza Bianca Bacci Bizetto, da Comarca de Pontal do Paraná, suspendeu a licitação para os estudos ambientais e projeto executivo do novo traçado da PR 412 que foi lançado no dia 10 de março e que seria decidida naquele dia.
A juíza atendeu ação civil das promotoras de Justiça Priscila da Mata Cavalcante e Renata Sordi Lopes de Paiva, que apontaram a ilegalidade fazer os dois trabalhos juntos. Elas argumentaram que o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima) devem ser feitos previamente à realização dos projetos executivos, porque eles podem mostrar necessidade de alterações e até mesmo resultar na negativa de realização da obra.
A nota da MarBrasil aponta o erro primário do Governo do Paraná. A ONG se defende dos boatos que circularam na região de que ela seria autora do pedido ao Ministério Público. Outro boato que circulou foi de que o governo errou de propósito para justificar a não realização da obra prometida há vários anos e só lançada sete meses antes das eleições.
De acordo com a MarBrasil, “somente após conclusão do EIA/RIMA, o projeto executivo poderá ser realizado”. A nota usa letra maiúscula para destacar uma informação conhecida e que gerou desconfiança sobre as intenções do governo (negrito nosso): “Todos que propõem estas atividades e obras TEM CONHECIMENTO PRÉVIO SOBRE A OBRIGATORIEDADE E NECESSIDADE DO EIA/RIMA”.
Leia a íntegra da Nota de Esclarecimento:
A Associação MarBrasil, instituição privada sem fins lucrativos, esclarece a todos que não é responsável pela ação civil pública que culminou com a suspensão do processo licitatório para estudos e projetos executivos do novo traçado da PR-412 em Pontal do Paraná. A ação liminar, foi impetrada pelo Ministério Público do Estado do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça da Comarca de Pontal do Paraná em 28 de abril de 2014.
Em nenhum momento a Associação MarBrasil se posicionou contra a rodovia, muito menos contra o desenvolvimento sustentável do município de Pontal do Paraná, pelo contrário, na posição de formadores de opinião que somos, temos muito interesse em contribuir com o poder público para que esta cidade ofereça qualidade de vida a sua população. Além disso, promovemos ações que estimulam o desenvolvimento socioeconômico do município e da região litorânea, uma vez que os resultados de nossos projetos propiciaram o desenvolvimento do turismo de mergulho, a pesca esportiva e melhorias no sistema pesqueiro regional. Além disso, divulgamos de maneira positiva o município de Pontal do Paraná à mídia estadual e nacional, o que atrai mais investimentos e pessoas para conhecer nosso litoral.
O único ponto que temos defendido em nossa trajetória institucional é que o desenvolvimento da região deve ser organizado e seguir a legislação vigente. É essencial que as informações quanto a cada empreendimento e novas ações a serem realizadas no litoral cheguem a sociedade de maneira completa e abordando todas as linhas, incluindo as sociais, econômicas e ambientais. Com um balanço equilibrado destas linhas e discussões públicas e abertas podemos construir a melhor proposta para o nosso litoral, dentro de uma visão integrada e de beneficio de todos para curto e longo prazo.
O Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (EIA/RIMA) é um instrumento da Política Nacional do Meio Ambiente e foi instituído pela resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) n.° 001/86 de 23 de janeiro de 1986. Estes estudos, realizados por profissionais de competência técnica/científica comprovada, identificam os impactos positivos e negativos que cada obra causará, direta e indiretamente, ao meio ambiente e as comunidades situadas no entorno do empreendimento. No caso de impactos positivos, os estudos buscarão uma forma de potencializá-los, e nos casos negativos, uma maneira de minimizá-los. Estes EIA/RIMA devem ter seus custos já previstos na idealização e planejamento da obra ou empreendimento, pois é parte essencial do processo legal. Quando concluídos são avaliados pelo órgão ambiental competente, apresentados e discutidos junto a sociedade em geral e, sendo aprovado, são emitidas ao empreendedor, as licenças ambientais (Licença Prévia, Licença de Instalação e Licença de Operação).
Estão sujeitos ao licenciamento ambiental empreendimentos e atividades consideradas efetivas ou potencialmente causadoras de significativa degradação do meio ambiente e utilizadoras de recursos naturais, dentre elas obras civis como rodovias, ferrovias, hidrovias, canais de drenagem, etc. Ou seja, todos que propõem estas atividades e obras TEM CONHECIMENTO PRÉVIO SOBRE A OBRIGATORIEDADE E NECESSIDADE DO EIA/RIMA. Ele é um direito da sociedade garantido por lei para que se tenha informações previas disponíveis para avaliar se a obra é boa ou ruim, e para quem e por quanto tempo será positiva ou negativa.
Somente após conclusão do EIA/RIMA, o projeto executivo poderá ser realizado, fazendo uso dos resultados dos estudos e almejando potencializar os impactos positivos e minimizar os negativos. O projeto executivo ocorrendo concomitantemente com o EIA/RIMA, por questão lógica, os resultados dos estudos não serão considerados, tendo como consequência um empreendimento que poderá apresentar maior degradação ambiental e mais transtornos à população. Além disso, caso os estudos apresentem a inviabilidade da obra, todo o recurso utilizado no projeto executivo será desperdiçado, ferindo os princípios da administração pública.
No caso da rodovia 412, o empreendedor, neste caso o Governo do Estado do Paraná, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná – DER-PR, no julgamento do Ministério Público Estadual – MPE, se equivocou ao lançar o edital para realização do EIA/RIMA junto com o projeto executivo, não respeitando a legislação ambiental vigente. O processo continuando como estava, poderia lesar a população pontalense e de todo o litoral do Paraná, tanto economicamente, quanto com relação ao seu bem estar e qualidade de vida. Foi esta falha jurídica nos trâmites do Governo do Estado do Paraná que resultou na ação civil pública, de responsabilidade do Ministério Público Estadual.
A Associação MarBrasil vem sendo caluniada por boatos gerados por pessoas irresponsáveis, e colocada como responsável por ações que não desenvolveu. Estamos dispostos a acionar juridicamente estas pessoas. Por outro lado, conhecemos os cidadãos que admiram nosso trabalho e reconhecem nossos esforços para contribuir com o desenvolvimento regional e com a administração pública para uma cidade mais saudável e sustentável.
Reforçamos que estamos sempre a disposição para dialogar.
Associação MarBrasil

CUT define pauta para 2014 em Praia de Leste


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A mobilização dos trabalhadores nestas eleições e a defesa de um plebiscito para a reforma política foram os principais temas da 14ª Plenária Estadual da CUT, realizada neste final de semana em Pontal do Paraná.
Segundo os organizadores, a abertura do evento reuniu cerca de 400 pessoas, entre elas a senadora Gleisi Hoffmann, pré-candidata ao Governo do Paraná, e o presidente estadual do PT, deputado Ênio Verri.
Os debates aconteceram até o domingo (18), na Associação Banestado, em Praia de Leste.
“Temos este ano muitos desafios, temos as eleições no Paraná contra um Governo que privatiza tudo. Temos que realizar o plebiscito da reforma política, para que possamos eleger trabalhadores e trabalhadoras. Também precisamos dar continuidade ao nosso projeto político nacional”, elencou a presidenta da CUT Paraná, Regina Cruz.
A vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves, ressaltou as mudanças no Brasil. “Estamos falando de filho de trabalhador, de filho de pobre, que agora pode frequentar a universidade e estudar fora. Estamos falando de um salário mínimo que tem crescido todos os anos bem acima da inflação. Tenho certeza que nessa caminhada para o futuro, com esse movimento sindical e social, vamos construir mais quatro anos de uma grande revolução neste País.”, destacou.
O coordenador da Coordenação dos Movimebtos Sociai (CMS), Gustavo Erwin Kuss, destacou a importância do plebiscito neste processo. “A CUT é a única central que nasceu da vontade da classe trabalhadora. Precisamos, daqui até setembro, estar engajados neste processo de formação e mobilização política, coletando mais de 10 milhões de votos, dizendo sim para uma constituinte exclusiva e soberana para a reforma política”, enfatizou.

Gleisi destaca obras do governo federal no Paraná



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Durante a abertura da Plenária, a senadora Gleisi Hoffmann fez a tradicional análise de conjuntura nacional e estadual.
Gleisi destacou que há três anos consecutivos o Brasil está entre os principais destinos de investimentos estrangeiros e que isso se deve a estrutura que o País desenvolveu nos últimos anos. A senadora criticou o discurso da oposição. “Nós crescemos, distribuímos renda e melhoramos a vida das pessoas. Hoje temos uma reserva de US$ 370 bilhões, o que dá segurança de investimento, não nos deixa vulneráveis”, revelou.
“Nós retomamos o investimento em infraestrutura e na área social, com o investimento público saindo de 2,6% para 4,4% do PIB. Aqui mesmo, no Paraná, temos muitas obras rodoviárias, os contornos, investimentos em mobilidade urbana, saneamento, em distribuição de água, casa, moradia”, afirmou.
Ênio Verri ressaltou que as únicas políticas sociais que estão no Paraná são do Governo Federal. “Mesmo assim o Governo Beto Richa não aplica boa parte das políticas sociais do Governo Dilma, como o programa Minha Casa Minha Vida. São 100 mil casas no Paraná com recursos do Governo Federal, onde o Beto Richa não entra com nada, apenas com a pirâmide branca, caixa de som e foguete para inaugurar, mas não cita o Governo Dilma”, criticou.

Conseg de Pontal explica impugnação de concurso para Guarda Municipal


Nota de esclarecimento:
O CONSELHO COMUNITÁRIO DE SEGURANÇA DO MUNICÍPIO DE PONTAL DO PARANÁ vem a público para esclarecer os motivos que levaram o CONSEG de Pontal do Paraná a impugnar o edital 001/2014 – Contratação da Guarda Municipal.
Antes cabem aqui algumas considerações referentes à fala do nobre Vereador Nelson Mademar, ontem na tribuna da Câmara Municipal de Vereadores e de algumas matérias publicadas em SITE de jornais locais referente ao assunto:
Acredito que não só para o CONSEG, mas para toda a população de Pontal do Paraná, o Senhor Nelson Mademar não é mais Secretário Municipal e sim Vereador, por este motivo acreditamos que ele não faz parte deste processo de Contratação, pois a função do Vereador e fiscalizar e não executar tarefas no Poder Executivo Municipal. Além disso, não restou alternativa ao CONSEG, se não a IMPUGNAÇÃO do referido edital, pois conforme reunião extraordinária realizada na sede da ACIAPAR no dia 19/12/2013, onde o então Secretário Municipal Nelson Mademar, se comprometeu com os Conselheiros, que o CONSEG participaria da elaboração do Edital para implantação da Guarda Municipal, e mais, prometeu que a prefeitura nomearia uma comissão externa, formada por três conselheiros do CONSEG, para colaborar no processo do referido concurso, o que não ocorreu. Em 30 de abril de 2014, após a publicação do referido edital, o CONSEG em reunião debateu o conteúdo destacando alguns itens, itens estes que não oram apresentados ao CONSEG, conforme prometido em reunião pelo Sr. Nelson Mademar.
È importante ressaltar que o referido edital fora publicado somente no SITE da PREFEITURA e FAUEL, no dia 25/04/2014, comprometendo a boa visibilidade e transparência, pois deveria ser publicado em meio de grande circulação, ao menos no litoral.
No dia 06/05/2014, o CONSEG protocolou junto ao Executivo Municipal, DOIS pedidos de IMPUGNAÇÕES, que receberam os números de protocolos, 003480/05-2014 e 003493/05-2014, um tratando sobre os VICIOS ADMINISTRATIVOS e o outro sobre os ERROS de CONCATENAÇÃO DE ITENS e CONCEITOS. Contudo na semana passada, no dia 08/05, foi vinculada uma matéria no SITE da Folha de Pontal, e depois repercutida em diversos SITES de jornais locais e da região, dando conta que a procuradoria do município iria se pronunciar pelo decurso de prazo, o que não ocorreu, pois em pronunciamento na tribuna d Câmara de Vereadores no dia de ontem o Vereador Nelson Mademar, afirmou que ate o dia 16/05/2014, tanto a procuradoria do município, quanto o departamento jurídico da FAUEL irão se manifestar referente às impugnações.
Ainda referente ao contido nesta matéria, o CONSEG esclarece que sua função nunca foi e nunca será a de fiscalização das Policiais, mas sim de parceria, pois as entidades, estas centenárias possuem em suas estruturas CORREGEDORIAS e ouvidorias das Policiais no âmbito do Executivo Estadual, ainda órgãos externos para este fim, assim sendo o CONSEG não se enquadra em nenhuma destas estruturas, o papel do CONSEG e organizar, mobilizar, integrar a sociedade, O CONSEG e uma grande ferramenta de organização social e de exercício da cidadania.
O CONSEG buscará sempre a posição de parceiro com as entidades e órgãos públicos, sempre em defesa e ao lado do cidadão, e jamais como instrumento de oposição de quem quer que seja.
Isto posto, o CONSEG vem a público esclarecer opinar sobre a cota destinada no Edital 001/2014, para o sexo feminino, pois acreditamos na igualdade de condições de todo o ser humano, sem descurar de eventual necessidade de olhar especial ao hipossuficientes.
O objetivo da Prefeitura é garantir para o quadro funcional da GUARDA MUNICIPAL, o efetivo feminino de 30%, sem apresentar qualquer fundamento para tal divisão, por que não 50% para o sexo masculino e 50% para o sexo feminino? não foi informado estudo que justifique esta cota de 30%.
Esclarecemos ainda que existe outros VICIOS ADMINISTRATIVOS, tratado no mesmo protocolo, que o CONSEG considera como danoso a Sociedade de Pontal, quando o edital trata da “atribuições e responsabilidade” da função do GUARDA MUNICIPAL, citamos como exemplo: vigiar dependências e áreas públicas e privadas; (o grifo é nosso), fiscalizam pessoas, cargas e patrimônio, escoltam pessoas e mercadorias, Controlam objetos e cargas, Vigiam parques e reservas florestais combatendo inclusive focos de incêndio; (o grifo é nosso), Vigiam presos, ; (o grifo é nosso), para o CONSEG o ideal para as atribuições e responsabilidade e o que esta previstas no projeto de Lei 1332,/2003 aprovado pela Câmara e atualmente em tramitação no Senado Federal que determina:
Art. 4º É competência geral das guardas municipais a proteção dos bens, serviços, logradouros públicos municipais e instalações do Município.
Parágrafo único. Os bens mencionados no caput abrangem os de uso comum, os de uso especial e os dominiais.
Art. 5° São competências específicas das guardas municipais, respeitadas as competências dos órgãos federais e estaduais:
I — zelar pelos bens, equipamentos e prédios públicos do Município;
II — prevenir e inibir, pela presença e vigilância, bem como coibir, infrações penais ou administrativas e atos infracionais que atentem contra os bens, serviços e instalações municipais;
III — atuar, preventiva e permanentemente, no território do Município, para a proteção sistêmica da população que utilize os bens, serviços e instalações municipais;
IV — colaborar de forma integrada com os órgãos de segurança pública em ações conjuntas que contribuam com a paz social;
V — colaborar com a pacificação de conflitos que seus integrantes presenciarem, atentando para o respeito aos direitos fundamentais das pessoas;
VI — exercer as competências de trânsito que lhes forem conferidas, nas vias e logradouros municipais, nos termos da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro, ou de forma concorrente, mediante convênio celebrado com órgão de trânsito estadual ou municipal;
VII — proteger o patrimônio ecológico, histórico, cultural, arquitetônico e ambiental do Município, inclusive adotando medidas educativas e preventivas;
VIII — cooperar com os demais órgãos de defesa civil em suas atividades;
IX — interagir com a sociedade civil para discussão de soluções de problemas e projetos locais voltados à melhoria das condições de segurança das comunidades;
X — estabelecer parcerias com os órgãos estaduais e da União, ou de Municípios vizinhos, por meio da celebração de convênios ou consórcios, com vistas ao desenvolvimento de ações preventivas integradas;
XI — articular-se com os órgãos municipais de políticas sociais, visando à adoção de ações interdisciplinares de segurança no Município;
XII — integrar-se com os demais órgãos de poder de polícia administrativa, visando a contribuir para a normatização e a fiscalização das posturas e ordenamento urbano municipal;
XIII — garantir o atendimento de ocorrências emergenciais, ou prestá-lo direta e imediatamente quando deparar-se com elas;
XIV — encaminhar ao delegado de polícia, diante de flagrante delito, o autor da infração, preservando o local do crime, quando possível e sempre que necessário;
XV — contribuir no estudo de impacto na segurança local, conforme plano diretor municipal, por ocasião da construção de empreendimentos de grande porte;
XVI — desenvolver ações de prevenção primária à violência, isoladamente ou em conjunto com os demais órgãos da própria municipalidade, de outros Municípios ou das esferas estadual e federal;
XVII — auxiliar na segurança de grandes eventos e na proteção de autoridades e dignatários; e
XVIII — atuar mediante ações preventivas na segurança escolar, zelando pelo entorno e participando de ações educativas com o corpo discente e docente das unidades de ensino municipal, de forma a colaborar com a implanta¬ção da cultura de paz na comunidade local.
Parágrafo único. No exercício de suas competências, a guarda municipal poderá colaborar ou atuar conjuntamente com órgãos de segurança pública da União, dos Estados e do Distrito Federal ou de congêneres de Municípios vizinhos.
Com referência aos ERROS de CONCATENAÇÃO DOS ITENS e CONCEITOS, matéria tratada no segundo protocolo segue aqui alguns exemplos apenas, pois se evidenciarmos todas as questões do edital, não seria mais uma nota de esclarecimento e sim um livro de esclarecimento, pela quantidade de erros no referido edital:
1. Na página 1 do edital 001/2014, quando o Prefeito Municipal decide:
TORNAR PÚBLICO:
O presente Edital faz saber a quem possa interessar, que a Prefeitura do Município de Pontal do Paraná irá realizar Concurso Público para provimento do cargo efetivo vago e dos que vagarem na vigência deste (constantes no item 2 (dois) deste Edital) o grifo é nosso),, os quais integram a Estrutura de Cargos de Provimento Efetivo da Administração Pública Municipal, considerando o disposto na Lei Orgânica Municipal e Lei Municipal n° 1258/2012 e demais alterações posteriores.
Existem dois item 2, de qual será que ele esta se referindo.
2. No item 8 – DO RESULTADO E DA CLASSIFICAÇÃO FINAL NO CONCURSO PÚBLICO
8.1 – A classificação final dos candidatos será publicada nos sites www.fauel.org.br e www.pontaldoparana.pr.gov.br e órgão oficial do Município, sendo ordenada de acordo com os valores decrescentes da pontuação final em 02 (duas) listas, conforme previsto no item 1.10 deste Edital. (o grifo é nosso)
Não Existe O subitem 1.10 no referido edital, o item 1 acaba no subitem 1.5. isso significa que o edital faz referencia a um subitem que não existe,
3. No subitem 13.17 – Os conteúdos básicos para as provas são os constantes do Anexo I (o grifo é nosso) deste Edital.
O anexo I do edital trata ATRIBUIÇÕES DO CARGO e não dos conteúdos básicos para as provas.
4. No item 5 – DAS PROVAS
5.1 – O Concurso Público será realizado em 02 (duas) fases:
 1ª Fase, compreendendo as seguintes etapas:
o Etapa 1: Prova Escrita (objetiva);
o Etapa 2: Exame de Suficiência Física;
o Etapa 3: Exame de Saúde e Antropométrico;
o Etapa 4: Pesquisa Social;
o Etapa 5: Avaliação Psicológica e/ou Adequação ao Perfil Profissional da vaga.
 2ª Fase: Curso de Formação.
Este item descreve as fases e etapas do concurso, nos próximos itens descreve-se cada um dos tema seja fase ou etapa, evidenciando assim que as etapas 2,3,4 e 5 serão Eliminatória, e a etapa 1 da 1° fase e 2° fase são ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA.
Contudo no subitem 8.2 do edital
8.2 – A classificação final no Concurso Público será obtida através da pontuação obtida pelo candidato em forma decrescente e procedida da seguinte forma:
NF=NO
Sendo,
NF = nota final
NO = nota da prova objetiva.
Assim cabe esclarecer que NO = nota da prova objetiva se refere a 1° etapa da 1° fase, correto, que diz ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA, porem desconsidera as notas da 2° fases que também e ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA.
6 – CURSO DE FORMAÇÃO
6.1 – O Curso de Formação terá caráter classificatório e eliminatório.
6.2 – Para a participação nesta etapa, o candidato deverá ter sido habilitado em todas as etapas anteriores.
6.3 – O Curso de Formação será organizado e ministrado pela Secretaria Municipal de
Cidadania e Direitos Humanos de Pontal do Paraná, em local a ser definido pela mesma. Os instrutores serão escolhidos por mérito e habilitação para cada uma das disciplinas e o
pagamento das horas/aulas ministradas serão às expensas do município. No que tange aos candidatos, será considerada a sua freqüência e aproveitamento no curso intensivo de formação, (grifo nosso) adestramento e capacitação física para o exercício do cargo.
6.4 – Para a participação nesta etapa serão convocados:
Guarda Municipal – Sexo Masculino Os 28 (vinte e oito) candidatos aprovados e
melhor classificados na prova escrita e habilitados nas etapas anteriores.
Guarda Municipal – Sexo Feminino As 12 (doze) candidatas aprovadas e melhor
classificadas na prova escrita e habilitadas nas etapas anteriores.
6.5 – Ocorrendo empate na 28ª colocação (se homem) e na 12ª (se mulher), serão aplicados os critérios de desempate, constantes do item 9.
O item 6 e seus respectivos subitens, NÃO CONSTA COMO OS CANDIDATOS SERÃO AVALIADOS, exemplo qual e a Porcentagem de faltas permitida, qual e o aproveitamento mínimo exigido, quantas provas serão aplicadas, como será controlado o desempenho, ou seja, quem definira a vida do candidato no concurso e a Secretaria Municipal de Cidadania e Direitos Humanos de Pontal do Paraná, pois não existem regras definidas e bem delineadas, o que pode causar sérios risco a LISURA do concurso, inclusive com diversas ações na justiça.
Consta ainda no subitem 5.3.4 – PESQUISA SOCIAL, pois o referido edital não faz referencia ou solicita, a CERTIDAO DE ANTECENDES CRIMINAL, emitida pelo INSTITUO DE IDENTIFICAÇÃO DA POLICIA CIVIL, pois o candidato pode estar com registro de diversos Boletins de ocorrência, termos circunstanciados e inquérito policial, registrado na Policia Civil, contra ele, mesmo assim ele poderá ser GUARDA MUNICIPAL EM PONTAL DO PARANÁ.
A Administração Pública é regida pelo princípio constitucional da legalidade, cabendo-lhe, todas as vezes que emitir um ato administrativo respeitar esse princípio, seja por meio da invalidação, seja por meio da convalidação do ato.
Destarte, a Administração Pública não pode ser exercida com desrespeito às normas jurídicas e à moral administrativa. Os atos administrativos podem ser controlados por vias distintas: a interna, da própria Administração e a externa regida pelo Poder Judiciário.
No caso em pauta, quem possuí a função de fiscalizar a correta aplicação da lei e a legalidade dos atos administrativos, atribuindo-lhe significado jurídico real perante o sistema normativo é o Ministério Público.
Por isso, encaminharemos formalmente cópia do Edital nº 01/2014, a apreciação do Ilustríssimo Senhor Doutor MARCOS ANTONIO LOPEZ STAMM, representante do Ministério Público Estadual da Comarca de Pontal do Paraná – Pr para que tome as medidas que entender convenientes e oportunas.

Meninas do Zilda Arns conquistam ouro para Guaratuba


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Os dois únicos times de time de futsal feminino da categoria B (12 a 14 anos) da etapa regional dos 61º Jogos Escolares do Paraná foram destaques no site oficial do evento.
A equipe do Colégio Estadual Drª Zilda Arns Neumann, de Guaratuba, sagrou-se campeã, neste domingo (18) depois de vencer dois jogos contra o Colégio Estadual Gabriel de Lara, de Matinhos. No primeiro confronto por 6 a 4 e no segundo o placar foi de 6 a 1.
A fase regional está sendo disputada em Paranaguá até quinta-feira (22).
Com apenas duas equipes inscritas na categoria, as campeãs venceram os dois jogos contra a equipe do Colégio Estadual Gabriel de Lara, de Matinhos. No primeiro confronto por 6 a 4 e no segundo o placar foi de 6 a 1.
A equipe campeã é treinada pelo professor Laertes João de Oliveira Júnior, que aproveita os horários de aula para preparar as atletas para competições. “Iniciei os treinamentos com essas meninas no começo do ano, e tanto eu quanto elas, estamos muito felizes e satisfeitos por conseguir vencer e participar pela primeira vez da fase macrorregional”, declara o professor.
A fase macrorregional acontece entre os dias 4 e 8 de junho, em Campina Grande do Sul.
A fase regional dos Jogos Escolares do Paraná (JEPs) é realizada pela Secretaria do Estado da Educação, organizada pela Secretaria do Estado do Esporte e do Turismo, com a parceria dos Núcleos Regionais de Educação e Escritórios Regionais do Esporte e com o apoio da Prefeitura Municipal de Paranaguá.
Acompanhe os resultados no site oficial: http://www.jogosescolares.pr.gov.br/

Morretes fica com dois ouros no voleibol


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Sem perder nenhum set na competição os meninos da categoria B (12 a 14 anos) do Colégio Estadual Rocha Pombo, de Morretes, conquistaram o título regional dos  Jogos Escolares do Paraná.
A partida final, realizada nesta terça-feira (20), no ginásio de esportes Albertina Salmon, em Paranaguá, teve o placar de 2 sets a 0 (25×7/25×14) sobre o Colégio Estadual Joaquim Mafra, de Guaratuba, que, pela soma de pontos, ficou com a medalha de bronze.
A medalha de prata ficou com o Colégio Estadual Sertãozinho, de Matinhos.
Já na categoria A (15 a 17 anos) o Rocha Pombo conquistou o tetracampeonato ao vencer por 2 sets a 0 (25×8/25×22) o Colégio Estadual José Bonifácio, de Paranaguá. O segundo e terceiro colocado só será definido na rodada desta quarta-feira.
De acordo com o professor Darcicly Junqueira, esta é a primeira vez em 18 anos que o colégio consegue montar uma equipe na categoria B e traz para a competição. “Para nós é um orgulho ver esses meninos com os olhos brilhando recebendo essa medalha de ouro”, declara o técnico. Alguns pais assistiram ao jogo final e fizeram a entrega de medalhas aos filhos campeões.
No feminino A as meninas do Rocha Pombo ficaram com a medalha de bronze e a decisão será na quarta-feira entre as equipes do Colégio Estadual Gabriel de Lara, de Matinhos, e Colégio Mobi Dick – CEMD, de Paranaguá.
O título deu ao Colégio Estadual Rocha Pombo a vaga para a fase macrorregional que acontece entre os dias 4 e 8 de junho, em Campina Grande do Sul.
A fase regional dos Jogos Escolares do Paraná (JEPs) é realizada pela Secretaria do Estado da Educação, organizada pela Secretaria do Estado do Esporte e do Turismo, com a parceria dos Núcleos Regionais de Educação e Escritórios Regionais do Esporte e com o apoio da Prefeitura Municipal de Paranaguá.
Outros resultados
Na segunda-feira foram definidos os campeões no basquetebol, handebol e xadrez relâmpago, com destaque para os anfitriões que ficaram com a maioria dos títulos.
No basquetebol o Colégio Bom Jesus Nossa Senhora do Rosário conquistou o tricampeonato no masculino da categoria B (12 a 14 anos) e também no feminino da categoria A (15 a 17 anos).,
No feminino B o campeão foi o Colégio Estadual Professora Sully da Rosa Vilarinho, de Pontal do Paraná, e o no masculino A quem ficou com o título foi o Colégio Estadual Professora Maria Helena T. Luciano, de Pontal do Paraná.
No handebol masculino mais dois campeões da casa: Colégio Estadual Maria de Lourdes Morozovski, na categoria B e Colégio Estadual José Bonifácio, na categoria A.
No xadrez relâmpago os parnanguaras levaram mais dois ouros na categoria A com os alunos-atletas Miriã dos Santos e Cristhyan Ladewig, ambos do Instituto Federal do Paraná.
Os campeões da categoria B foram Marlice Cordeiro, do Colégio Estadual Profª Carmem Costa Adriano, de Paranaguá e Ruan Honorato, do Colégio Estadual 29 de Abril, de Guaratuba. O voleibol feminino da categoria B também encerrou a disputa dando ao Colégio Mobi Dick – CEMD, de Paranaguá o tricampeonato.
Fonte: Secretaria de Estado do Esporte e do Turismo

Câmara de Guaratuba faz eleição da Mesa para encerrar disputas internas


Os 10 vereadores que elegeram a nova mesa Diretora
Os 10 vereadores que elegeram a nova mesa Diretora























Por 10 votos, com três ausências, a Câmara Municipal de Guaratuba elegeu nesta segunda-feira (19), a Mesa Diretora para o biênio 2015-2016. A posse será no dia 1º de janeiro.
Mordecai Magalhães de Oliveira (DEM) foi reeleito presidente. Nos demais cargos da Mesa houve renovação. Maurício Lense (PPS)  foi eleito vice-presidente, Sergio Braga (PROS), 1º secretário, e Fabio Chaves (PTB) 2º secretário. Três membros da Mesa atual retiraram-se da sessão: o vice-presidente Itamar Junior (PSC), o 1º secretário Artur Santos (PSD) e a 2ª secretária Maria Batista (DEM). Segundo fontes, os três não aceitaram ser substituídos conforme havia decidido a ampla maioria dos vereadores.
Antes da votação, Itamar Junior pediu questão de ordem e citou o artigo 10 do Regimento Interno da Câmara sobre a competência da Mesa. Oliveira explicou que conforme o artigo 23, compete ao presidente “presidir as eleições da renovação da Mesa Diretora”, “organizar a Ordem do Dia das reuniões”. De acordo com o artigo 11 do Regimento e artigo 26 da Lei Orgânica do Município, a eleição para renovação da Mesa será em sessão ordinária, cuja Ordem do Dia é de competência do presidente.
Com a ausência do 1º secretário, Oliveira convocou Sergio Braga a ocupar a função. As votações foram separadas e nominais, com apenas um candidato para cada cargo. Ao declarar seus votos, o vereador Juarez “Galego”, líder do DEM, pediu que os demais vereadores do partido, Oliveira e Maria Batista, o acompanhassem. Também votaram a favor dos candidatos únicos os vereadores Ana Maria (PROS), Almir Troyner (SDD), Cátia Silvano (SDD), Laudi “Tato” (PT) e Raul Chaves (PMDB).
A eleição foi feita com base no novo Regimento Interno da Câmara, aprovado por unanimidade e elaborado com a participação dos 13 vereadores, em 2013. Entre outras mudanças, previu a renovação da Mesa a qualquer data antes do final do segundo ano da legislatura. A marcação da data para esta segunda-feira foi motivada pela aproximação da Copa do Mundo, recesso de julho e eleições. Também visou evitar conflitos e disputas que ameaçavam os trabalhos legislativos.
A posse da nova mesa Diretora será no dia 1º de janeiro. Até lá, permanecem os atuais membros.
O fim das tensões na Câmara foi o principal assunto dos pronunciamentos dos vereadores durante a Palavra Livre no final da sessão. Leia a seguir. Saiba também o que foi votado na sessão e sobre o pronunciamento do vereador Mauricio Lense na Tribuna.

Paranaguá quer atrair artistas de toda região no Festival de Música


Femul 2014As inscrições para o Festival de Música do Litoral (Femul) começaram a ser aceitas no final de abril e o prazo termina no dia 30 de junho e podem ser feitas via internet (www.fumcul.com.br).
O Femul é uma promoção da Prefeitura de Paranaguá por meio da Fundação de Cultura (Fumcul) e Fundação Municipal de Turismo (Fumtur) em parceria com a iniciativa privada e tem como objetivo promover o intercâmbio musical entre os municípios do Litoral paranaense.
O evento acontecerá nos dias 5, 6 e 7 de setembro, na Praça de Eventos 29 de Julho, em Paranaguá.
“O objetivo é que as bandas e cantores da região tomem conhecimento da realização deste evento e façam a inscrição, venham participar do Festival”, destacou o presidente da Fumtur, Rafael Guttierres Júnior.
De acordo com a diretora da Fundação de Cultura, Beni Moura, a procura já tem sido grande. Cada concorrente poderá inscrever-se com até três composições por compositor ou grupo, sendo individualizada a inscrição para cada composição.
As composições deverão ser inéditas e, obrigatoriamente, em língua portuguesa, independentemente do gênero musical.
Premiação
O Festival de Música do Litoral vai premiar os três primeiros lugares, além do melhor intérprete e melhor letra com os seguintes valores em dinheiro:
Primeiro lugar – R$ 2.000,00 e troféu
Segundo lugar – R$ 1.500,00 e troféu
Terceiro lugar – R$ 1.000,00 e troféu
Melhor intérprete – R$ 1.000,00 e troféu
Melhor letra – R$ 1.000,00 e troféu
De acordo com o regulamento do Festival, farão parte da comissão julgadora até sete pessoas de reconhecida capacidade literária musical, convidadas pela comissão organizadora do festival.

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APA de Guaratuba pode ter novo reconhecimento internacional


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A Área de Proteção Ambiental de Guaratuba poderá ser enquadrada como sítio de preservação internacional.
A unidade de conservação que abrange mais de 90% do município é uma das sete em todo o Brasil que poderão ser incluídas na Convenção sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional, mais conhecida como Convenção de Ramsar, por causa da cidade iraniana onde foi estabelicida, em 1971.
No último dia 14, os integrantes do Comitê Nacional de Zonas Úmidas (CNZU) aprovaram a criação de novos sítios Ramsar. Agora, as indicações brasileiras serão levadas à avaliação do corpo técnico do Secretariado da Convenção de Ramsar para análise final. Caso sejam aprovadas, tornam-se sítios Ramsar, que são áreas úmidas de importância internacional.
Além da APA de Guaratuba, as áreas propostas ficam nas Reservas Biológicas do Atol das Rocas, e do Guaporé, na Área de Proteção Ambiental e no Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, na Estação Ecológica do Taim, e nos Parques Nacionais do Viruá e da Ilha Grande. Depois de aprovados, os novos sítios somam-se aos outros 12 já instituídos no Brasil pelos participantes da Convenção de Ramsar, que deve se reunir no Uruguai em meados de 2015.

Convenção de Ramsar

A Convenção sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional, mais conhecida como Convenção de Ramsar, é um tratado intergovernamental que estabelece marcos para ações nacionais e para a cooperação entre países, com o objetivo de promover a conservação e o uso racional de zonas úmidas em todo o mundo. Essas áreas fornecem serviços ecológicos fundamentais para espécies de fauna e flora e para o bem-estar de populações humanas.
Além de regular o regime hídrico de vastas regiões, também funcionam como fonte de biodiversidade em todos os níveis, cumprindo, ainda, papel relevante de caráter econômico, cultural e recreativo. Ao mesmo tempo, atendem necessidades de água e alimentação para uma ampla variedade de espécies e para comunidades humanas, rurais e urbanas.